Hoje vou dar início a uma série de relatos, fatos e confissões soltas. Sem a menor intenção de fazer algum sentido. Se alguém realmente continuar lendo este blog, não procure entender ou achar significados. Apenas sinta a emoção das palavras.

 

Primeiro relato.

Perdi o amor da minha vida. Perdi uma pessoa preciosa, valiosa. Um tesouro raro.

Perdi quando achei que o tinha. Ele escorreu entre os meus dedos, feito areia fina da praia. E nem sei qual o motivo.

Desapareceu como se fosse uma neblina da manhã e já não o encontro mais, a não ser em meus pensamentos.

 

Confissão.

Assumo minha culpa.

 

Fato.

Outra pessoa não preenche, não completa, não encaixa.

Tem que ser você.

 

Beijos,

Mari








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